Honduras Resiste e segue adiante!

por Jubileu Sul/Américas

No sexto ano do aniversário de golpe militar sofrido por nosso irmão povo hondurenho, a rede Jubileu Sul/Américas expressa seus sentimentos:

As consequências do golpe de estado são muito palpáveis na vida do povo hondurenho. A impunidade e criminalização continua se impondo como mecanismo de controle, repressão e acúmulo de capitais.

Sabemos que o estado hondurenho continuou uma tradição e vocação militar, sendo os setores da oligarquia aqueles que têm mais benefícios nestes processos de aumento da criminalização, extração de recursos naturais, aumento substancial dos níveis de endividamento em âmbito interno e externo.

Necessitamos continuar denunciando o papel dos atores externos. Nos referimos a empresas transnacionais, meios de comunicação, alguns dos governos que apoiaram o golpe à época.

Lamentavelmente este golpe não foi o último de nossos tempos presentes. Recordamos como em 2012, o presidente constitucional da República do Paraguai, Fernando Lugo, foi destituído com apoio do Congresso e das transnacionais extrativistas; Venezuela segue sofrendo diversas intenções de golpes, desde o momento em que o legítimo presidente Nicolás Maduro assumiu seu mandato são inúmero as tentativas de desestabilização, guerra econômnica, tudo como parte das estratégias de expansão do imperialismo.

O povo hondurenho continua de pé. Hoje, mais do que nunca, essa resistência é sentida nas ruas. Há um convencimento generalizado sobre a necessidade de uma mudança real, há um questionamento que vem de diferentes setores da sociedade: Não mais impunidade, não mais violência. É o clamor de um povo o que sente, não há meio de repressão que consiga minar as forças populares.

Instamos à comunidade internacional a fortalecer os laços de solidariedade e irmandade com noss@s irmãos e irmãs hondurenhos, em um momento crucial necessitamos aprofundar essa irmandade ativa e denúncia permanente.

Honduras somos tod@s!

América Latina e Caribe

28 de junho de 2015

Não devemos, não pagamos.
Nós, os povos, somos os credores!

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